Um dia eu vi um chapéu brilhante como uma estrela florescida no jardim do céu, com duendes e fadas que transformam blusas verdes em jacarés banguelas. Mas é frio como o gelo dentro da casa de um esquimó.
Do lado tinha uma máscara tão colorida que as cores pareciam dançar como música para os meus olhos, até o ventilador começar a ventar e desmanchar a dança que parecia tão real como uma unha de cobra, mas era tão irreal como um jabuti andando de bicicleta.
Na frente da loja eu via no vidro o reflexo do arco-íris desenhado no sabonete do outro lado da rua. Peguei uma colher e fui até a praia para contar os grãos de areia, menores que um dente de formiga, e que sorriam para o mar e para mim, peguei minha câmera no bolso e tirei uma foto, pois ninguém iria acreditar...
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